Amor
Por que existes?
Confundes, dilaceras, preocupas...
Quantos seres dizima a cada segundo?
Quantas lágrimas escoam nas mais diversas faces por ti?
Oh! Amor!
Pensei que fosses puro, leve, sorridente...
Mas és também cruel, estúpido, inconsequente.
Saborear-te é uma surpresa dicotomia
Pobres daqueles que conhecem teu lado atroz
E jubilosos os que conhecem o imaculado amor
Hoje sou um sortudo bizarro
Que amarga estes versos por ti.